
Perceba como o tempo é relativo. Para cada ser vivo o tempo passa de um jeito e para cada detalhe temos uma classificação de tempo diferente.
O dia em que nascemos é o dia do ano seguinte que se comemora um ano de vida, mas um ano de vida seu não é o mesmo que um ano de vida meu e muito menos que um calendário tradicional, inca ou maia ou até mesmo um chinês.
Pricipalmente os anos, passam de forma diferente e ainda sim da mesma forma para todos. Os dias são contados em horas e cada ser vivo divide suas horas como bem entende - ou como a sociedade entende (no nosso caso).
Então, somos completamente escravos desse tempo. Presos a necessidade de contemplá-lo o máximo possível, sem perde-lo de vista.
Mesmo sendo abstrato, bizarro e incessantemente controlador, ele é muito real, comum e absurdamente viciante. O que não chega a ser um grande problema, pois se não fosse arranjariamos outras formas de ocupar, regrar e destribuir nos dias. Só me intriga o fato da dependência. A ilusão de ser absoluto. E a desorientação que causaria.